Israel declara chefe da ONU ‘persona non grata’


E aí, pessoal! Prontos para embarcar na viagem maluca das notícias de cripto? No nosso canal do Telegram, vamos explorar o mundo das criptomoedas com leveza e bom humor. É como um papo de bar sobre Bitcoin, só que sem a ressaca no dia seguinte! 😄 Junte-se a nós agora e vamos desvendar esse universo juntos! 💸🚀

Junte-se ao Telegram


Como observador experiente da política global, com especial ênfase no Médio Oriente, considero os recentes desenvolvimentos entre Israel e a ONU, sob a liderança do Secretário-Geral António Guterres, intrigantes e preocupantes.


O Ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, Israel Katz, impôs uma proibição de viajar a António Guterres devido à sua aparente falta de críticas ao Irão.

Depois de o Secretário-Geral da ONU, António Guterres, ter defendido uma trégua na sequência de um ataque do Irão a Israel e ter criticado a escalada de violência no Médio Oriente, Israel deixou claro que já não deseja que ele esteja presente no seu país (o equivalente a dizendo “Israel considerou Antonio Guterres indesejável”).

Na terça-feira, o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) afirmou ter disparado vários mísseis em retaliação pelos recentes assassinatos por Israel de figuras-chave do Hamas, do Hezbollah e de um general iraniano residente no Líbano.

Na quarta-feira, o ministro dos Negócios Estrangeiros israelita, Israel Katz, declarou que António Guterres está impedido de entrar no país, citando a sua alegada falta de condenação ao “deplorável ataque” do Irão.

Em termos mais simples, o ministro expressou que qualquer pessoa que não esteja disposta a condenar claramente o Irão pelo seu ataque violento contra Israel (o que a maioria dos países do mundo já fez) não deveria ser permitida em Israel. Além disso, Guterres não denunciou as atrocidades, incluindo massacres e violência sexual, cometidas por militantes do Hamas em 7 de Outubro, e não tomou quaisquer medidas para rotular o Hamas como uma organização terrorista, de acordo com a declaração do diplomata israelita.

O ministro afirmou que Guterres provavelmente seria visto como uma mancha na história da ONU devido ao seu aparente apoio a grupos terroristas como o Hamas, o Hezbollah, os Houthis e o Irão, que incluem indivíduos acusados ​​de terrorismo, violação e homicídio.

Após as ações do Irão contra Israel, Guterres expressou a sua profunda preocupação com a intensificação do confronto no Líbano em X, usando termos como “profundamente alarmado” em vez de “extremamente preocupado”. Ele também denunciou a expansão contínua do conflito no Médio Oriente, empregando frases como “escalada após escalada” em vez de “escalada após escalada”.

“Isto tem de parar”, escreveu o secretário-geral, sublinhando que “precisamos absolutamente de um cessar-fogo”. 

Embora o secretário-geral Guterres não tenha feito quaisquer comentários sobre a proibição de entrar em Israel, o porta-voz russo, Dmitry Peskov, deu a entender que esta decisão impede essencialmente as Nações Unidas de mediar ou gerir o conflito.

Essencialmente, compreendemos e partilhamos a perspectiva israelita de que não endossam qualquer participação activa das Nações Unidas. Dada a situação volátil do Médio Oriente, instamos todas as partes a praticarem o autocontrolo.

2024-10-02 16:49