A reviravolta fiscal criptográfica da Nigéria: uma nova era de responsabilidade digital!

Eis que o estado nigeriano, sempre vigilante, teceu uma tapeçaria de supervisão fiscal, ligando o reino efêmero dos ativos digitais aos fios imutáveis ​​dos Números de Identificação Fiscal e dos Números de Identificação Nacional.

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Com um floreio de caligrafia burocrática, a Nigéria promulgou uma estrutura fiscal para a supervisão das criptomoedas, sustentada pela Lei de Administração Tributária da Nigéria de 2025. A lei, um labirinto de jargão jurídico, vincula as transações de criptomoedas aos Números de Identificação Fiscal (TINs) e aos Números de Identificação Nacional (NINs), garantindo que mesmo as transações digitais mais evasivas estejam vinculadas às identidades de carne e osso de seus usuários. 🧠📜

Nigéria vincula atividade criptográfica ao sistema nacional de identidade fiscal

De acordo com a TechCabal, a nova lei relaciona transações criptográficas a identidades verificadas através de TINs e NINs. Portanto, os fluxos de ativos digitais anteriormente opacos tornam-se visíveis para as autoridades fiscais. É importante ressaltar que o sistema não implica vigilância direta através do sistema blockchain, com a incorporação da receita criptográfica no sistema tributário formal na Nigéria. 🚫🔍


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ÚLTIMO: A Nigéria introduziu uma nova estrutura de tributação de criptomoedas sob a Lei de Administração Tributária da Nigéria (NTAA) de 2025, que entrará em vigor em 2026.

A lei traz ativos digitais para o sistema tributário oficial, vinculando transações criptográficas à identificação fiscal…

– Histórias da Nigéria (@NigeriaStories) 📢

De acordo com a estrutura, os Provedores de Serviços de Ativos Virtuais terão que coletar detalhes de identificação do usuário. Isso inclui nome completo, endereço, TIN e NIN. Além disso, os VASPs são obrigados a enviar relatórios mensais de transações. 📊

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Além disso, os VASPs são obrigados a relatar transações grandes ou suspeitas às autoridades responsáveis ​​pela aplicação da lei. Os registros devem ser mantidos em armazenamento por um período mínimo de 7 anos. O não cumprimento acarreta penalidades, incluindo multas de no mínimo ₦ 10 milhões. Os reguladores também podem retirar licenças de operação através da Securities and Exchange Commission. ⚖️💸

A lei representa uma grande mudança na abordagem regulatória na Nigéria em relação aos ativos digitais. Ao conectar os TINs aos lucros da criptografia, as autoridades podem emparelhar as transações com os rendimentos declarados. Como resultado, o vazamento de impostos sobre ganhos criptográficos pode ser significativamente reduzido no longo prazo. 🧩

A abordagem da Nigéria está em linha com os padrões globais no âmbito do quadro denominado Quadro de Relatórios de Criptoativos da OCDE. O CARF entrou em vigor em 1º de janeiro de 2026. Ele facilita o compartilhamento transfronteiriço de dados de transações criptográficas entre autoridades fiscais. 🌍📊

O Número de Identificação Fiscal é uma emissão conjunta do Serviço de Receitas da Nigéria e do Conselho Fiscal Conjunto. Ele monitora pessoas e empresas para garantir a conformidade. Entretanto, o Número de Identificação Nacional é utilizado para fazer a ligação entre dados biométricos, como impressões digitais e informações faciais, na base de dados de identidade nacional. 🧑‍🤝‍🧑🔍

Novas regras fiscais redefinem obrigações de lucro criptográfico

De acordo com a lei, o imposto só é cobrado sobre a criptografia se ela gerar lucros realizados. Vender criptografia por moeda fiduciária gera impostos. Trocar uma criptomoeda por outra também conta. O uso de criptografia para comprar bens ou serviços torna-se tributável. No entanto, a detenção de ativos criptográficos ainda não é tributável. 🧾

Para pessoas físicas, os lucros da criptografia são tributados de acordo com as regras do imposto de renda pessoal. As taxas estão em uma escala móvel com uma taxa máxima de 25%. Isso está substituindo o imposto anterior de 10% sobre ganhos de capital. As autoridades prevêem obter maiores receitas através de mecanismos de tributação progressiva. 📈

As empresas e VASPs estão sujeitas ao imposto de renda corporativo. As empresas que ganham entre ₦ 25 milhões e ₦ 100 milhões todos os anos pagam 20%. As empresas que ganham mais de N100 milhões pagam 30%. Essas taxas alinham as empresas criptográficas com a tributação corporativa convencional. 🏢

Além disso, as plataformas devem pagar 7,5% de Imposto sobre Valor Agregado sobre taxas de transação. Este IVA incide apenas sobre as taxas de serviço. Portanto, o principal valor das transações criptográficas está isento de tributação sobre o consumo. 🧾

As disposições de execução dão poder para igualar a receita da criptografia com a receita declarada das autoridades. Como tal, as diferenças podem levar a auditorias ou investigações. A estrutura fortalece a capacidade da Nigéria de regular a criptografia sem proibir a participação. 🧩

No geral, a supervisão dos impostos legais por parte da Nigéria é uma mudança regulamentar pragmática. Em vez de limitar o acesso, as autoridades concentram-se na transparência, na geração de receitas e na conformidade. Esta abordagem pode ter impacto em outros mercados emergentes que estão tentando encontrar modelos equilibrados para regular a criptografia. 🌍💡

2026-01-13 19:48