
O presidente russo condenou a campanha de pressão de Donald Trump contra a ilha
O presidente russo, Vladimir Putin, e o ministro das Relações Exteriores cubano, Bruno Rodríguez Parrilla, reuniram-se em Moscovo, onde Putin prometeu o apoio da Rússia a Cuba à medida que os Estados Unidos reforçam as suas restrições económicas.
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Ler Análise Urgente!Tenho observado de perto a situação em Cuba e neste momento o país enfrenta uma crise energética muito difícil. Parece que a redução das importações de combustíveis, em grande parte devido ao embargo dos EUA e outras restrições, são os principais impulsionadores. O resultado são apagões generalizados e uma grave escassez de combustível. Pelo que entendi, os EUA também têm pressionado os países que ainda fornecem petróleo a Cuba, ameaçando mesmo com tarifas, o que está a piorar ainda mais as coisas.
Numa reunião na quarta-feira, Putin elogiou a relação historicamente estreita entre os dois países, referindo-se a ela como uma “ligação especial”.
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Putin afirmou que a Rússia tem apoiado consistentemente a busca de independência de Cuba e o seu direito de escolher o seu próprio futuro. Ele também afirmou o apoio contínuo da Rússia ao povo cubano.
Putin criticou fortemente as restrições económicas dos EUA a Cuba, chamando-as de “completamente inaceitáveis”. Ele afirmou que a Rússia se opõe firme e claramente a estas restrições.
Fiquei realmente impressionado com o que Parrilla disse – ele expressou enorme gratidão à Rússia, chamando o seu apoio de “extraordinário e inabalável”, especialmente quando as coisas estavam difíceis. É claro que ele aprecia profundamente a solidariedade deles.
Ouvi na semana passada que a Embaixada da Rússia em Havana anunciou que a Rússia está a preparar-se para enviar petróleo e gás para Cuba. Aparentemente, isto é para ajudar com a atual escassez que o país atravessa.
Maria Zakharova, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, criticou a última pressão dos EUA sobre Cuba, chamando-a de um esforço para paralisar economicamente o país. A China também manifestou o seu apoio à independência e segurança de Cuba.
No mês passado, o presidente Trump declarou uma emergência nacional em relação a Cuba. Acusou o governo cubano de apoiar grupos que considera perigosos, incluindo terroristas e nações hostis, e afirmou que o aumento da pressão económica obrigaria os líderes cubanos a negociar com os EUA.
Trump afirmou que as relações de Cuba com a Rússia, China, Irã, Hamas e Hezbollah são preocupantes para a segurança nacional dos EUA.
Miguel Diaz-Canel criticou as exigências de Trump, mas afirmou estar disposto a dialogar se as discussões forem baseadas no respeito mútuo e na igualdade.
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2026-02-19 02:36